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Lúcia é uma psicóloga de orientação kleiniana que passará a atender, em ludoterapia, uma criança de 6 anos de idade diagnosticada com transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Para tal atendimento, é importante a psicóloga ponderar que a caixa lúdica deverá
ser evitada, porque não se presta ao atendimento de crianças hiperativas ou que tenham dificuldade de manter o foco em uma atividade contínua.
ser considerada como um símbolo de sigilo profissional que, no caso do adulto, é acordado apenas de maneira verbal.
conter materiais que priorizem a expressão da emocionalidade intensa da criança com TDAH, como tintas para pintura a dedo e armas de brinquedo.
ser a caixa coletiva do local, para que a criança não se sinta marginalizada ou diferente de outras crianças ali atendidas.
priorizar jogos e brinquedos que tenham finalidade específica, de modo a funcionar como elemento organizador das vivências dispersas da criança.