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Em matéria do dia 13 de maio de 2024, o jornal Brasil de Fato, informou que Psicólogos e Psiquiatras estão prestando socorro aos flagelados e voluntários no Rio Grande do Sul. Segundo a matéria “A Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre, por exemplo, está disponibilizando serviço de atendimento on line e gratuito para as vítimas das enchentes, para os profissionais envolvidos no resgate das vítimas e os voluntários.” Além disso, expõe o alerta feito pelo psiquiatra e professor da Medicina da Fundação Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Mauro Terra, acerca dos efeitos psicológicos de uma situação traumática, que “são a ansiedade, insônia, tristeza, desesperança, sensação de impotência, insegurança, medo do que está por vir, dificuldade de concentração, sentimentos de culpa por achar que deveria estar ajudando mais, abuso de álcool e outras drogas. Ante o exposto, consubstanciando-se nas “Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas (os) na Gestão Integral de Riscos, Emergências e Desastres”, as ações voltadas para esta população, que foi/está sendo exposta a estressores severos durante o desastre, precisam ter uma perspectiva:
de médio a longo prazo focadas no território, em intervenções sociais, serviços de saúde na atenção primária.
que apenas proponha o alívio do sofrimento psicológico agudo da fase de emergência.
de definição de prioridade na ordem de atendimento, dando preferência aos socorristas, em seguida aos idosos e, por fim, às crianças.
de defender o trabalho interdisciplinar ao compartilhar das ações privativas de profissionais de outras áreas, como as/os Assistentes Sociais.