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De acordo com a teoria freudiana, o desenvolvimento humano é marcado pela força da libido que assume várias formas e se localiza em determinadas regiões do corpo, nas quais o sujeito encontra mais satisfação na medida em que se desenvolve. Ressalta-se ainda que a ênfase da sexualidade infantil está no sentido de prazer, da descoberta do próprio corpo e nas questões ligadas ao desejo e à fantasia que permeiam a relação com os pais não no sentido biológico, genital. Freud postula que essa sexualidade é expressa em diferentes fases que, entre elas, destaca-se:
Fase fálica: período marcado pelo complexo de édipo e em sua superação ocorre um grande deslocamento de energia da libido que leva consigo para o inconsciente as vivências infantis das fases anteriores.
Fase oral: é o momento em que a criança começa a perceber as diferenças sexuais anatômicas e a vivenciar o prazer na manipulação dos órgãos genitais.
Fase da latência: é o período em que a libido fica em estágio de hibernação, quase que recalcada, não sendo direcionada para nenhum aspecto da vida.
Fase da latência: Momento crucial para a constituição do superego, a partir do recalque das vivências das fantasias características das fases anteriores, sendo esse período marcado pela superação do complexo de édipo.
Fase anal: é a fase em que o indivíduo ainda não faz diferenciação entre ele e o mundo e tem a libido concentrada em diversas regiões do corpo, não fazendo distinção entre si e o corpo da mãe.