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Uma das bases da psicoterapia é a entrevista. São dois os principais modelos quanto à sua condução: a entrevista diretiva e não diretiva. Sobre a entrevista não diretiva, apenas uma das alternativas a seguir traduz CORRETAMENTE de que trata esta prática.
O psicoterapeuta se limita a estruturar a situação, a esclarecê-la, ajudando o cliente a se tornar consciente do problema. Trata-se de uma situação centrada na pessoa do cliente e na relação entre ambos, “pessoa-pessoa”. O psicoterapeuta é apenas um facilitador do processo
O psicoterapeuta trabalha numa relação de causa e efeito, na qual o sintoma assume importância fundamental na direção ou nos rumos que a entrevista possa tomar.
O psicoterapeuta assume um papel de autoridade, de quem sabe, conhece o caminho e, de algum modo, responsabiliza-se por ele.
O psicoterapeuta assume um papel às vezes ativo, às vezes passivo, e o cliente, em geral, permanece mais passivo, como que delegando ao psicoterapeuta falar e pensar em seu nome.
O psicoterapeuta é uma espécie de autor da composição e regente da orquestra, pois seu papel é excepcionalmente indispensável como observador e guia do processo ao mesmo tempo.