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Leia o texto a seguir:
Clínicas prometem tratamento de ‘cura gay’
Pelo menos seis entidades no país afirmam fazer a
chamada ‘conversão da sexualidade’, aponta relatório
Gustavo Uribe
21/07/2013
[...]
Um relatório [...] revela indícios de que instituições que oferecem tratamento a dependentes químicos no país tratam com preconceito gays e lésbicas e, algumas delas, inclusive submetem os internos a processos de conversão da sexualidade.
As unidades são, na sua maioria, de orientação religiosa — evangélicas e católicas [...]. O relatório aponta, por exemplo, que [uma destas entidades em Goiás], “os casos de diversidade sexual são estimulados a ser libertados”.
Fonte: Jornal O Globo (Disponível em https://oglobo.globo.com/politica/clinicas-prometemtratamento-de-cura-gay-9113264. Acesso em 7/4/2024 – Adaptado].
Marque a alternativa que aponta corretamente para uma posição do Conselho Federal de Psicológica (CFP) acerca das práticas narradas nos fragmentos da matéria jornalística expostos acima.
De acordo com a Resolução CFP nº 009/2018 é facultativo ao psicólogo se pronunciar, participar de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, defender os direitos dos homossexuais que desejam se submeter à redesignação sexual voltada para libertá-los da sua condição gay.
De acordo com a Resolução CFP nº 007/2003 os psicólogos colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades, desde que as instituições sejam credenciadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e sejam utilizados testes psicológicos chancelados pelo CFP.
De acordo com a Resolução CFP nº 001/1999, os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
De acordo com a Resolução CFP nº 010/2005 integra o direito à liberdade de expressão que as entidades terapêuticas entendam a homossexualidade como doença, distúrbio ou perversão.