A Psicologia Sócio-histórica é uma abordagem dentro da psicologia que se baseia nos princípios da teoria sócio-histórica desenvolvida pelo psicólogo russo Lev Vygotsky. Essa abordagem enfatiza a influência dos aspectos sociais e culturais no desenvolvimento humano e na formação da mente. As afirmativas abaixo referem-se a Psicologia Sócio-histórica, exceto:
Na Psicologia Sócio-histórica, o desenvolvimento humano é visto como um processo social, no qual a interação com outras pessoas e o ambiente desempenham um papel fundamental. As interações sociais e as práticas culturais moldam a forma como as pessoas pensam, aprendem e se comportam.
Vygotsky introduziu o conceito de "ferramentas psicológicas" ou "instrumentos culturais", que são recursos externos (como linguagem, símbolos, tecnologia) e processos sociais (como interação com outros indivíduos) que influenciam o pensamento e o comportamento humano. Essas ferramentas mediadoras ajudam a moldar o desenvolvimento cognitivo.
Um dos conceitos centrais na Psicologia Sócio-histórica é a Zona de Desenvolvimento Proximal, que se refere à distância entre o nível atual de desenvolvimento de uma pessoa (o que ela pode fazer de forma independente) e seu potencial de desenvolvimento (o que ela pode alcançar com a assistência de outras pessoas mais experientes). A aprendizagem é vista como uma atividade social na qual o conhecimento é construído em colaboração com outros.
A Psicologia Sócio-histórica exclui outras formas de aprendizagem, como a aprendizagem individual ou intrapessoal. Não reconhece que diferentes formas de aprendizagem podem coexistir e interagir no processo de desenvolvimento humano.
A Psicologia Sócio-histórica enfatiza a importância da cultura e do contexto social na formação da mente humana. Os valores culturais, normas sociais, práticas educacionais e estruturas sociais moldam a forma como as pessoas pensam, sentem e se comportam. Portanto, entender o desenvolvimento humano requer uma análise do contexto cultural e histórico em que ocorre.