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Em uma escola comunitária, a equipe de administração e o corpo docente identificaram um aumento nos casos de comportamentos de risco entre os alunos, que incluem a desinformação sobre sexualidade, conflitos que podem se converter em episódios de violência e sinais de experiências com drogas. Diante desse cenário, a direção da escola propôs implementar uma política preventiva integrada para promover um ambiente escolar seguro e saudável, envolvendo a revisão dos projetos pedagógicos, a realização de atividades educativas e a articulação com a comunidade e instituições parceiras. Considerando o caso hipotético, a estratégia de administração e organização escolar para enfrentar e prevenir essas situações de forma correta é:
Delegar a implementação das ações preventivas a agências externas, sem envolver os professores, a família e a comunidade escolar na construção integrada das estratégias de prevenção.
Realizar campanhas informativas isoladas que abordem, de maneira pontual, os temas de sexualidade, violência e uso de drogas, sem integrá-las ao currículo ou envolver toda a comunidade escolar.
Concentrar as ações preventivas exclusivamente na punição rigorosa dos alunos que apresentem comportamentos de risco, aplicando medidas disciplinares sem oferecer suporte educativo ou psicológico.
Implantar uma política escolar multifacetada, com reformulação do projeto pedagógico; realização de palestras; oficinas e debates sobre sexualidade, violência e drogas; elaboração de um código de conduta; e a articulação de parcerias com instituições de saúde, segurança e apoio familiar.