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Em uma escola municipal, o professor observa que Pedro, um aluno de 9 anos, tem dificuldades recorrentes de compreensão leitora, demonstra baixa autoestima e raramente interage com os colegas durante atividades em grupo. Essas questões, além de afetarem seu rendimento escolar, parecem estar interligadas a fatores emocionais e comportamentais que prejudicam seu processo de aprendizagem. Diante desse caso, a abordagem correta para prevenir e reabilitar problemas psicoeducacionais como os apresentados por Pedro consiste em:
Implantar um programa de reforço cognitivo isolado, aplicado fora do ambiente escolar, sem integrar os profissionais de apoio ou envolver a família no processo terapêutico.
Empregar atividades de reforço e exercícios de leitura, desconsiderando os aspectos emocionais e sociais envolvidos, visto que atividades de leitura e escrita favorecem habilidades de comunicação.
Aguardar uma avaliação formal e a classificação de um distúrbio de aprendizagem para então aplicar técnicas de reabilitação, sem implementar ações preventivas ou estratégias que promovam habilidades socioemocionais.
Adotar abordagem multidisciplinar com avaliação precoce, intervenções psicopedagógicas para o desenvolvimento das competências cognitivas e socioemocionais, com participação ativa de educadores, psicólogos e família.