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Quando um psicólogo está conversando com um paciente terminal, é importante enfatizar que a
conversa deve tratar de assuntos amenos e tranquilizadores, evitando referências à situação de adoecimento ou morte iminente.
escolha dos temas da conversa cabe ao paciente e não ao psicólogo, pois não existem assuntos proibidos ou obrigatórios nesse contexto.
capacidade do psicólogo para sugerir assuntos ao paciente é mais importante do que deixar que o paciente escolha os temas a serem tratados.
elaboração do luto pelo paciente depende de o psicólogo conduzir a conversa para assuntos transcendentais e espirituais.
referência a assuntos que tratem do futuro deve ser evitada, uma vez que, biologicamente, aquela vida está se extinguindo.