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A paciente W. E. Y., de 54 anos de idade, avó de G. Y. S., menina de 5 anos de idade, apresentou uma queixa ao atendimento. Ela relatou que a mãe de G. Y. S. não quer mais que a criança brinque com bonecas, jogos de montar ou qualquer outro brinquedo, alegando que crê que se está vivendo o final dos tempos, evidenciado por mudanças climáticas e notícias da televisão. Ela diz que as crianças terão um papel importante nesse final dos tempos e exige que G. Y. S. invista o tempo, que é curto, para aprender a ler e adiantar-se na escola.
Os direitos estabelecidos pelo ECA não se aplicam ao caso, posto que se tratam de valores familiares, de crença pessoal, nas quais o Estado não pode interferir.
O ECA estabeleceu que a criança tem direito à liberdade de opinião e expressão, mas esse não é o caso, uma vez que se trata de uma criança de apenas 5 anos de idade.
A criança em questão está tendo os respectivos direitos fundamentais estabelecidos pelo ECA violados, e necessita de intervenção.
Se for comprovado diagnóstico psicopatológico da mãe da criança, o ECA determina imediato recolhimento institucional da criança em questão.
O ECA determina quais métodos, técnicas e instrumentos serão empregados na avaliação psicológica da mãe e da criança.