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Túlio Franco e Emerson Merhy (2012, p. 162), no artigo...

Túlio Franco e Emerson Merhy (2012, p. 162), no artigo Cartografias do trabalho e cuidado em saúde, afirmam que “[…] as análises sobre o trabalho em saúde precisam reconhecer que, por ser um processo centrado no trabalho vivo, o processo de produção do cuidado traz toda bagagem subjetiva que é própria do humano. O trabalho vai se realizando de forma a que seja tecnologicamente orientado, permeado por certas intencionalidades dos trabalhadores, e também operam em uma dimensão subjetiva”. O debate que os teóricos fazem acerca das tecnologias relacionais que compõem o processo de trabalho e de cuidado nomeando-as de tecnologias “dura”, “leve-dura” e “leve”, com o trabalho morto e o trabalho vivo, pode ser pensado também em sua relação com a assistência ofertada no contexto hospitalar nos momentos de perda/morte de um paciente, onde a tecnologia “dura” poderá deixar de atuar, permanecendo os demais ativas.

Entende-se, portanto, que é função da psicologia em momentos de dor pelo luto e perda de um paciente


A

atuar para que o processo de cuidado continue sendo desenvolvido pela equipe agora mais focado no acolhimento à família do paciente falecido.


B

atuar, somente, no acolhimento dos demais pacientes hospitalizados, que sofrem e se afetam diante da perda do paciente falecido.


C

transferir para outra área profissional a responsabilidade frente ao acolhimento da família do paciente falecido.


D

atuar junto à equipe para que esta se volte para a organização do sepultamento do paciente junto aos familiares.


E

tomar unicamente para si a responsabilidade de acolher a família do paciente falecido.