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A prevalência do diagnóstico psicopatológico representa um reducionismo e, em última instância, a prevalência do discurso técnico, médico, científico e racional sobre a loucura. É a captura da lógica científica da normalidade que reduz a experiência da loucura à doença. Nessa perspectiva, o diagnóstico se apresenta como conclusão e descrição imutável da condição do sujeito, que aponta para a previsão de um destino. (CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, p. 86, 2013). A partir do texto acima citado, NÃO podemos afirmar que:
Trata-se de uma crítica ao saber científico que se sobrepõe à garantia de direitos, reduzindo o sujeito a ser um objeto de investigação científica.
Em saúde mental, é preciso desenvolver estratégias implicadas com a emancipação de sujeitos.
A atuação exitosa de psicólogos no campo da saúde mental não é diretamente proporcional à atenção dedicada a cada contexto, respondendo às necessidades trazidas pelos projetos terapêuticos individualizados e também pelo território em questão.
O diagnóstico para os psicólogos que atuam na rede de atenção psicossocial deve ser entendido como uma possibilidade, muito menos de responder uma doença e muito mais de indicar projetos a partir do que se identifica como sendo um modo do sujeito atuar na vida.
Atuar no campo da saúde mental implicando-se com princípios da reforma psiquiátrica antimanicomial significa necessariamente a adoção de um projeto ético associado à possibilidade da convivência, da diversidade e da cidadania.