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Considere o seguinte caso clínico: Mulher, 22 anos de idade, iniciou acompanhamento psicológico no ambulatório do hospital universitário após ser atendida no pronto socorro da instituição. A jovem tentou suicídio fazendo ingestão de grande quantidade de medicamentos, e foi levada pelos pais ao hospital. Está em acompanhamento há 5 meses, com flutuações na sua evolução clínica. No último atendimento, relata ao psicólogo que tem pensado novamente em suicídio e já tem feito alguns planos, diferentes do anterior que não deu certo. De acordo com os princípios éticos que regem a atuação do psicólogo, o profissional deve
dissuadir a paciente durante os atendimentos, respeitando o sigilo profissional, a fim de proteger sua intimidade, por meio da confidencialidade.
contatar os familiares da paciente, para alertá-los sobre o risco iminente de suicídio, e orientá-los sobre os cuidados práticos e essenciais para a preservação da vida.
decidir pela quebra de sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo, e repassando informações detalhadas aos familiares para proteger a paciente.
solicitar internação hospitalar, possibilitando que a paciente esteja sempre acompanhada por alguém que a apoie e lhe de injeções de ânimo.