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No que se refere ao papel do psicólogo hospitalar, no acompanhamento dos familiares, enquanto recebem a notícia do óbito de criança, assinale a alternativa incorreta.
Acompanhar esses familiares permite ao psicólogo observar o momento e a maneira mais adequada para intervir, de acordo com as características emocionais de cada familiar enlutado.
Cabe ao psicólogo apontar a importância do papel dos pais, os investimentos realizados e as limitações inerentes ao ser humano, aliviando, em muitos casos, possível sentimento de culpa pela patologia, que é natural.
Nesse momento, reforçar os vínculos e a rede de apoio familiar pode ajudar a vivenciar o luto.
Nessas situações, é comum que se exija afetivamente também do psicólogo, por enfrentar um processo de luto por seu paciente falecido.
O psicólogo que não tenha vínculo com a família da criança não poderá atendê-la no momento do óbito.