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Sobre o risco na infância, abordado por Martins (2008), é correto afirmar:
A inadaptação precoce constitui condição fundamental de vulnerabilidade na vida adulta, ou seja, crianças com problemas de adaptação em fases precoces da vida registram perturbações na vida adulta.
Os modelos mediacionais das influências ambientais contribuíram para a integração das perspectivas sociológica e psicológica dos problemas de comportamento, por relacionarem os indicadores de risco mais globais com as influencias psicológicas e sociais mais próximas do funcionamento da criança.
Ao considerar a cultura como um recurso para tratar o risco, a autora propõe que a família seja tomada como um alvo secundário de transmissão cultural, uma vez que existe uma constante inadequação cultural entre os serviços providenciados e os seus clientes.
Na perspectiva do modelo transacional, o risco é considerado resultante de apenas um fator, gerado em consequência de alguma transação desfavorável entre a criança e o seu entorno, no âmbito da qual as crianças assumem um papel de vítimas do meio.