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Para Sigmund Freud, o luto pode ser compreendido como uma reação à perda de uma pessoa querida ou de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como o país, a liberdade ou o ideal de alguém. FREUD (1915/1974) discorreu sobre o luto e o diferenciou do quadro de melancolia em seu texto denominado Luto e melancolia.
Marque a alternativa correta, sob a perspectiva de Freud, acerca do luto e da melancolia.
Desânimo penoso, perda da capacidade de amar e perda de interesse pelo mundo externo são traços mentais exclusivos da melancolia e, portanto, ausentes no luto.
O processo de luto pode envolver graves afastamentos daquilo que constitui a atitude normal para com a vida. Por esse motivo, Freud o considerava pré-condição para a melancolia.
No luto, é o mundo que se tornou pobre e vazio, na melancolia, é o próprio ego que se tornou pobre e vazio.
São traços mentais do luto e, portanto, ausentes no quadro de melancolia, a diminuição dos sentimentos de autoestima e a presença de autorrecriminação.