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O psicólogo hospitalar foi solicitado a avaliar e acompanhar o seguinte caso: “Paciente jovem, internada para tratar condição neurológica grave, vem apresentando resistência à realização de exames. Acredita que seu quadro de saúde seja simples, sem necessidade de investigação detalhada e que pode seguir tomando os remédios em casa. Diferentes profissionais da equipe já conversaram sobre seu diagnóstico e a necessidade de permanência no hospital.”.
Percebendo se tratar de um processo de negação do adoecimento, o psicólogo, durante o atendimento inicial, deve
evitar confrontá-la com a realidade, já que foi o modo que a paciente encontrou para lidar com seus medos.
explicar detalhadamente o diagnóstico, o prognóstico e o tratamento, para que a paciente fique esclarecida da condição.
incentivar a saída da paciente do hospital, a fim de estimular a esperança de que seu adoecimento é leve.
proceder à interrupção do acompanhamento, tendo em vista que falta à paciente condições psicológicas para se submeter ao atendimento.