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O erro aleatório na coleta de dados está relacionado a variações nas condições experimentais, operações e leitura de instrumentos que fogem ao controle do técnico operador. Uma operação laboratorial realizada em mais de uma etapa faz com que o erro se propague. Um caso típico é a determinação da densidade em que se tem o erro na medida de massa e na medida de volume. Imagine que durante um experimento, um técnico em química precisa determinar a densidade de uma amostra de um combustível. Ele mede a massa da amostra e o volume correspondente. As medições foram:
• Massa: m = 40,0 g ± 0,025 g
• Volume: V = 50,0 mL ± 0,1 mL
Em relação à precisão das medidas e determinação da densidade, pode-se dizer que:
A precisão esperada para a densidade é de 0,800 g/mL ± 0,25 g/mL (aproximadamente), pois a densidade é a relação entre a massa e o volume da medida e dos desvios.
A precisão esperada para a densidade é de 0,2625%, pois é a soma dos desvios relativos das medidas individuais.
A precisão esperada para a densidade é de aproximadamente 0,1313% por ser a média entre os dois desvios relativos de cada medida individual.
A precisão esperada para densidade é de aproximadamente 0,0625%, pois é a maior precisão entre as duas medidas.
A precisão esperada para densidade é de 0,800 g/mL ± 0,0017 g/mL (aproximadamente), demonstrando que o erro relativo se propaga, tornando-se maior.