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Em uma refinaria, o resíduo do petróleo (o óleo não aproveitado depois de passar pela destilação atmosférica e a vácuo) geralmente passa por processos que visam quebrar moléculas maiores em menores, por exemplo, com o objetivo de gerar uma gasolina de alta qualidade ou outros produtos de maior valor agregado. Um dos processos utilizados para essa finalidade é o craqueamento catalítico em leito fluidizado (FCC- Fluid Catalytic Cracking).
Sobre esse processo, é INCORRETO afirmar que
o craqueamento catalítico é semelhante ao craqueamento térmico, porém as reações químicas do craqueamento catalítico ocorrem em condições menos rigorosas, sendo mais seletivas, devido ao emprego de um catalisador.
o craqueamento deste óleo será mais fácil se a predominância do resíduo do petróleo for aromática, pois uma limitação do catalisador utilizado no craqueamento catalítico é a quebra de anéis de benzeno dos compostos que compõem a carga.
uma desvantagem desse processo é a obtenção de produtos de destilados de média e de baixa qualidade, seja em relação ao teor de enxofre, ao de olefinas ou ao de aromáticos, sendo necessário enviar os produtos gerados para outras unidades de tratamento.
o catalisador utilizado nesse processo necessita ser regenerado, necessariamente a partir da queima do coque, o qual fica impregnado em sua superfície.