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A inquietude existencial, o inconformismo com a repetição dos padrões e a necessidade de romper com o passado para abrir espaço ao novo é a essência do pensamento científico e da evolução do conhecimento. No contexto da teoria atômica moderna, esses elementos refletem a transição de modelos clássicos para uma compreensão mais profunda e precisa da estrutura atômica. Sobre a teoria atômica moderna, assinale a alternativa correta.
Os resultados obtidos através do experimento corpo negro evidenciam a relação diretamente proporcional entre o comprimento de onda e a temperatura. Esse resultado quantitativo é conhecido como Lei de Wien.
O fenômeno conhecido como “catástrofe do ultravioleta” foi devidamente resolvido pelo modelo atômico de Rutherford, que, ao analisar a deflexão dos raios catódicos na lâmina de ouro, concluiu que a emissão contínua de energia pelos elétrons orbitando o núcleo seria compatível com a radiação de corpo negro prevista pela física clássica.
Para desenvolver sua teoria, Planck teve de descartar a física clássica e passou a descrever a energia em pacotes discretos. Para sustentá-la, utilizou evidências como o efeito fotoelétrico, cuja principal observação experimental indicava que nenhum elétron era ejetado até que a radiação atingisse uma intensidade mínima específica.
O caráter ondulatório dos elétrons foi evidenciado a partir do experimento da lâmina de ouro, conduzido por Rutherford, no qual se observou a difração das partículas alfa ao colidirem com os elétrons da estrutura atômica, revelando, assim, a natureza ondulatória da matéria.
A teoria de Einstein sobre o efeito fotoelétrico propõe que a ejeção de um elétron de uma superfície metálica ocorre somente se o fóton incidente transferir uma quantidade de energia igual ou superior à função trabalho do material (Φ). Caso essa condição seja atendida, o elétron é liberado de forma imediata. Além disso, a teoria prevê que a energia cinética dos elétrons ejetados varia de forma linear com a frequência da radiação incidente, sendo dada pela diferença entre a energia do fóton e a função trabalho, o que evidencia a natureza quantizada da interação entre luz e matéria.