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Doenças congênitas são aquelas presentes desde o nascimento, resultantes de alterações no desenvolvimento do feto durante a gestação. Podem ser causadas por fatores genéticos, ambientais, infecções, dentre outros. Neste contexto, a sífilis congênita é transmitida para o filho a partir da mãe infectada pelo Treponema pallidum. Sobre a sífilis congênita e o seu diagnóstico preconizado pelo Ministério da Saúde, marque a alternativa CORRETA.
O seguimento laboratorial do recém-nascido (RN) em investigação de sífilis congênita não poderá ser interrompido até que o resultado do exame VDRL esteja não reagente.
Os testes de seguimento do recém-nascido (RN), cuja mãe apresentou resultado de VDRL reagente durante a gestação, deverão ser realizados apenas com 18 meses de idade, uma vez que os anticorpos maternos podem interferir no resultado da criança.
No teste não treponêmico VDRL (Venereal Disease Research Laboratory), um título do recém-nascido (RN) maior que o materno em pelo menos duas diluições (p. ex. materno 1:4, RN maior ou igual a 1:16) é indicativo de infeção congênita.
Os recém-nascidos (RN) de mãe com diagnóstico de sífilis durante a gestação e que realizaram tratamento para sífilis neste período não necessitam realizar teste não treponêmico com sangue periférico simultaneamente ao teste não treponêmico da mãe.
Bebês até 18 meses de idade necessitam realizar teste treponêmico para confirmar infecção pelo T. pallidum, de acordo com o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis do Ministério da saúde.