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A figura a seguir mostra os valores médios anuais de δ18O (VSMOW) na água de chuva ao longo do globo distribuídos por latitudes e em diferentes altitudes. Os pontos pretos no mapa mostram os locais de amostragem da água de chuva.

Qual alternativa explica a variação latitudinal no valor de δ18O?
À medida que o ar úmido desloca-se para regiões mais frias, ocorre depleção de 18O, que se incorpora preferencialmente às gotas de chuva.
O ar úmido, pobre em 18O, que se forma em regiões polares, se enriquece com o 18O presente na atmosfera conforme migra para baixas latitudes.
A precipitação inicial em regiões quentes e úmidas é relativamente pobre em 18O, e o vapor residual que migra para os polos se enriquece com esse isótopo.
Os valores de δ18O observados na água de chuva apenas refletem a composição isotópica da água evaporada em cada latitude.
A variação de δ18O na água de chuva é condizente com os locais de maior emissão de CO2 de origem fóssil, refletindo sua composição isotópica.