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Durante uma auditoria interna, foi constatado que diversos setores de uma autarquia federal elaboravam comunicações externas com estruturas e estilos distintos. Alguns utilizavam linguagem coloquial em e-mails oficiais; outros redigiam ofícios em primeira pessoa ("Eu informo que...") e havia documentos sem identificação padronizada do signatário. O relatório apontou que essa prática comprometia a credibilidade institucional e dificultava a tramitação dos expedientes administrativos.
Pautado nos princípios da correspondência oficial e nas diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República, é correto afirmar que a situação descrita viola simultaneamente os princípios da:
Clareza e objetividade, pois o uso de diferentes estilos e formatos reduz a transparência das decisões administrativas.
Formalidade e concisão, pois a linguagem coloquial e o excesso de informações prejudicam a comunicação técnica entre órgãos públicos.
Impessoalidade e padronização, pois a redação em primeira pessoa e a falta de modelo único comprometem o caráter institucional da comunicação.
Padronização e economicidade, pois o uso de diferentes modelos gera retrabalho e desperdício de recursos na tramitação documental.
Definição e eficiência, pois a ausência de identificação do signatário e a informalidade dos textos reduzem a legitimidade dos atos administrativos.