A necessidade de empregar determinado nível
de linguagem nos atos e expedientes oficiais
decorre, de um lado, do próprio caráter público
desses atos e comunicações; de outro, de sua
finalidade. Os atos oficiais, aqui entendidos
como atos de caráter normativo, ou estabelecem
regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam
o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é
alcançado se em sua elaboração for empregada
a linguagem adequada. O mesmo se dá com os
expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é a
de informar com clareza e objetividade.