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Analise o texto abaixo:
“A Marinha do Brasil vem conduzindo o Programa Fragatas “Classe Tamandaré” desde 2017, com o objetivo de promover a renovação da Esquadra com quatro navios modernos, de alta complexidade tecnológica, construídos no País, com previsão de entrega para o período entre 2025 e 2028.
[...]
O Programa tem como alguns de seus alicerces: a produção de navios com elevados índices de conteúdo local (nacional), incluindo a gestão do conhecimento e a consequente transferência de tecnologia; a inserção da mentalidade da gestão do ciclo de vida, criando um | novo paradigma de manutenção e evolução de conhecimento para a Marinha do Brasil, e um caráter de autossustentabilidade, que dê perenidade e consistência ao Programa Estratégico 'Construção do Núcleo do Poder Naval'."
(Fonte: <https://www.marinha.mil.br/programa-classe-tamandare>)
Observa-se, no texto acima, uma grande importância que a Marinha do Brasil vem dando à qualificação do pessoal para operação e manutenção das modernas e altamente tecnológicas Fragatas Classe Tamandaré. Tal atitude busca não repetir um episódio de nossa história, citado por Vidigal (2000), no qual meios modernos foram mal conduzidos e mal mantidos e, dessa forma, logo se transformaram em fator de frustração. Qual episódio busca não ser repetido?
A aquisição das aeronaves VF-1, ainda hoje em operação.
Plano Naval de 1906, dando origem à Esquadra de 1910.
Navios encouraçados adquiridos durante a Guerra da Tríplice aliança, em 1865.
A aquisição de navios durante a segunda guerra mundial.
A aquisição do NAEL Minas Gerais.