O primeiro passo para um plano de gestão de riscos é a...
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O primeiro passo para um plano de gestão de riscos é a...

O primeiro passo para um plano de gestão de riscos é a identificação das ameaças, vulnerabilidades e riscos, com base nos conhecimentos, métodos e técnicas existentes. Para determinação do nível de risco, recomenda- -se a utilização dos critérios definidos pelo Ministério das Cidades e Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT sendo os riscos classificados em Baixo ou Inexistente – R1; Médio – R2; Alto – R3 e Muito Alto – R4. Com relação a esses critérios, pode-se afirmar corretamente que:


A

no risco médio – R2, observa-se a presença de signicativo(s) sinal/feição/ evidência(s) de instabilidade (trincas no solo, degraus de abatimento em taludes).


B

no risco baixo, mantidas as condições existentes, é perfeitamente possível a ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas, no período compreendido por uma estação chuvosa ou no período de um ano após o mapeamento realizado.


C

no risco muito alto – R4, os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes (inclinação, tipo de terreno etc.) e o nível de intervenção no setor são de alta potencialidade para o desenvolvimento de processos de deslizamentos e solapamentos.


D

na definição destes níveis de riscos as intervenções humanas na ocupação do setor podem contribuir com a construção e potencialização do risco através da realização de cortes e escavações, aterros, lançamentos de lixo, entulho, aterros, águas servidas, esgoto, dentre outros.


E

o mapeamento de riscos produzidos a partir destes critérios tem aplicação somente como subsídios as intervenções estruturais nas áreas de Riscos Alto – R3 e muito alto – R4.