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Os chamados Novos Países Industrializados desenvolveram tardiamente, em comparação aos países desenvolvidos, suas estratégias de industrialização. Os chamados Tigres Asiáticos, quando comparados aos países latino-americanos, tais como o Brasil, se diferenciam porque adotaram a industrialização:
por substituição de importação por pouco tempo e com menor custo ao Estado, enfatizando a industrialização orientada para a exportação
orientada para a exportação por pouco tempo e com menor custo ao Estado, enfatizando a industrialização por substituição de importação
por substituição de importação combinada com a orientada para a exportação no longo prazo, num modelo híbrido, com alto custo para o Estado
por substituição de importação por pouco tempo e com alto custo para o Estado, liberalizando rapidamente a economia em condição de competitividade
O governo brasileiro restabeleceu relações diplomáticas com o Japão em 1952, e o país asiático tornou-se o terceiro maior destino das exportações do Brasil no final da década de 1970.
Certo
Errado
O processo de formação da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) é reconhecido por suas particularidades. Tal processo originou o conceito de ASEAN-Way para se referir à forma como se deu a integração regional, cujas características são:
adaptação do modelo da Comunidade Econômica Europeia à realidade regional, tornando-se um mercado comum de forma menos institucionalizada, porém com forte integração econômica
adaptação do modelo da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) à realidade regional, criando uma rede de acordos adicionais de comércio, tal como ASEAN+3 e ASEAN+6
criação de um modelo próprio de integração, fortemente institucionalizado, porém sem supranacionalidade, que contribuiu para criar uma identidade regional, porém sem muitos ganhos econômicos
criação de um modelo próprio de integração, que congregou mediação de disputas, fomento à integração econômica e construção de identidade regional, baseando-se no princípio de não intervenção
A Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) é um mecanismo de coordenação das relações entre o Brasil e a China comandado pelos vice-presidentes dos dois países.
As relações do Brasil com o Oriente Médio são de eqüidistância pragmática, sem tomar partido nas querelas históricas, orientando-se pela dimensão multicultural e pacífica da convivência de descendentes dos povos daquela região no Brasil, sem ferir os interesses de brasileiros e de empresas brasileiras que lá atuam.
Nos interesses comuns da cena global e na expansão de negócios e comércio, a parceria do Brasil com a China em torno de projetos científico-tecnológicos e do comércio bilateral é unanimidade na opinião pública nacional.