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“É incrível como, depois de tantas evoluções, o mundo não...

“É incrível como, depois de tantas evoluções, o mundo não deixa um segundo sequer de migrar para um nível mais elevado de comunicação, informação, relacionamento e interatividade. É exatamente esse processo que o jornalista estadunidense Thomas Friedman definiu como “Globalização 3.0” (BRITO, Secretariado Intercultural, 2015, p. 22).


Para Friedman, a globalização 3.0 possibilita a capacitação, empoderamento e impulso a indivíduos e pequenos grupos a se tornarem globais. Terceirizam-se serviços, negócios e relacionamentos; barreiras são quebradas à prestação de serviços, ofertas de produtos e troca de valor intelectual. Isso representa:


A

a possibilidade do trabalho com equipes e organizações em tempo real, sem necessariamente estar fisicamente com elas;


B

um obstáculo à produção de conhecimento concreto, consequentemente, a involução de profissionais quanto ao fator intercultural;


C

na era da informação e da comunicação, os profissionais somente têm a chance de negociar com pessoas e empresas do mesmo ramo de atuação;


D

o alinhamento à interculturalidade, consequentemente, o enfraquecimento das competências voltadas para o relacionamento humano;


E

o enfraquecimento da autoconfiança nas práticas das atividades laborais de qualquer profissional.