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A metodologia da árvore de causas

A metodologia da árvore de causas


A

foi introduzida no Brasil por empresas de origem francesa, e não obteve aceitação significativa em função de seu elevado grau de subjetividade, que faz com que um mesmo acidente tenha diferentes versões.


B

quando aplicada por profissionais que têm domínio sobre o método, permite que, na etapa de coleta de dados, o analista possa ir descartando as evidências que, presumivelmente, não possuam qualquer relevância no encadeamento dos antecedentes que levaram ao acidente investigado.


C

opera com conceito de necessidade e suficiência para que determinado fato ligado ao acidente tenha sua ocorrência explicada e compreendida, partindo do princípio de que os antecedentes-estado são necessários e suficientes para a explicação do acidente.


D

é conhecida também como árvore de falhas e se trata de aplicações da álgebra booleana que, a partir do evento acidentário, vai regredindo sua análise no tempo de maneira a incorporar fatores causais não imediatos do acidente.


E

constitui uma técnica de investigação e análise de acidentes que é fundamentada no raciocínio lógico e tem seu produto sintetizado em um diagrama, que representa o encadeamento dos antecedentes, sejam estado ou variações, até a ocorrência do acidente.