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A análise do processo de trabalho implica estudar detalhadamente a forma na qual o trabalho está organizado. Em uma abordagem ergonômica do problema, a organização do trabalho deve levar em consideração
as normas de produção formalmente explicitadas para os trabalhadores, o que irá permitir avaliar eventuais necessidades de ajuste no modo operatório previamente definido para cada tarefa.
o modo operatório, que reúne as atividades ou operações a serem executadas para que se atinja o objetivo estipulado e é único, não tolerando variações de qualquer natureza sem colocar o sucesso da operação sob risco.
a exigência de tempo, que implica pressão no trabalho que está sendo executado e deve ser definido pela empresa após cronoanálise da atividade para não exceder a capacidade média de trabalho na população exposta.
a determinação do conteúdo do tempo, que irá permitir ao ergonomista vislumbrar a possibilidade de ocupação de eventuais poros existentes, de forma a melhorar a eficiência da tarefa nos intervalos existentes entre atividades principal e assessórias.
o ritmo de trabalho, que não deve ser confundido com a cadência, pois esta refere-se à velocidade dos movimentos que se repetem em uma dada unidade de tempo, enquanto o ritmo é a maneira pela qual as cadências são ajustadas ou arranjadas.