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A exposição ocupacional dos trabalhadores à substâncias aerodispersoides ocasiona a longo prazo inúmeras doenças ocupacionais famosas e já vastamente documentadas, como a Silicose, por exemplo. Sobre o monitoramento destas substâncias aerodispersoides, é correto afirmar:
Independentes das substâncias serem ou não fibrinogênicas realiza-se apenas o RX de tórax anual para controle no exame periódico.
Aerodispersoides fibrinogênicos devem ser monitorados com RX de tórax padrão OIT no exame admissional e anualmente, além disto também necessita-se da espirometria no admissional e no periódico bienal.
Aerodispersoides não-fibrinogenicos devem ser monitorados por: RX tórax padrão OIT e espirometria, ambos no exame admissional e anualmente.
Aerodispersóides devem ser submetidos conforme observado no Quadro 2 da NR 7, as modernas máquinas de tomografia computadorizada com exame de tórax com contraste.
Os laudos dos exames de RX de tórax com classificação radiológica da OIT devem ser assinados pelos médicos examinadores, independente de certificações ou registros de especialidades.