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Os extintores portáteis fazem parte do sistema básico de segurança contra incêndio em edificações e devem ter como características principais: portabilidade, facilidade de uso, manejo e operação, e tem como objetivo o combate a princípio de incêndio.
Considerando também o disposto na NBR 12962 Inspeção, Manutenção e Recarga em Extintores de Incêndio, é correto afirmar que
na extinção de inícios de incêndio de classe B, em função de suas características, podem ser utilizados extintores de dióxido de carbono e de água (apenas na forma de neblina), sendo vedado o uso de extintores de espuma mecânica.
se denomina manutenção preliminar aquela que, geralmente, é efetuada no ato da inspeção por pessoal habilitado, que pode ser executada no local em que o extintor está instalado, não havendo necessidade de removê-lo para oficina especializada.
ensaio hidrostático é aquele executado em alguns componentes do extintor de incêndio sujeitos à pressão permanente ou momentânea, utilizando-se normalmente a água como fluido, que tem como principal objetivo avaliar a resistência do componente a pressões idênticas à pressão normal de carregamento ou de funcionamento do extintor.
para extintores de incêndio à base de dióxido de carbono, deve-se proceder à substituição deste agente extintor somente quando houver perda superior a 5% da carga nominal declarada, ou conforme previsto na norma técnica específica, devendo o dióxido de carbono (CO2 ) utilizado possuir pureza mínima de 99,5% na fase vapor.
para extintores de incêndio à base de hidrocarbonetos halogenados, estes agentes extintores devem ser substituídos a cada cinco anos ou quando a pressão, lida no indicador de pressão, indicar valores fora da faixa de operação, sendo que o gás expelente, nos extintores pressurizados, deve ser introduzido no extintor com 0,002% de umidade, no máximo.