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Homem de 57 anos relata quadro progressivo de dispneia aos esforços, com piora nas últimas 4 semanas. Refere tosse minimamente produtiva, com predomínio matinal, há 2 anos. O histórico é relevante para tabagismo de 40 maços-ano. Nega comorbidades como hipertensão arterial, hipercolesterolemia ou diabetes mellitus. Ao exame físico, encontra-se confortável em repouso; saturação periférica de oxigênio em ar ambiente é de 93%; veias jugulares encontram-se planas e a ausculta cardíaca é normal; pulmonar: sem crepitações, com murmúrio vesicular globalmente diminuído; abdome normal; extremidades sem edema. A radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar, sem sinais de cardiomegalia ou congestão pulmonar.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo passo mais importante para o estadiamento da doença desse paciente é
ecocardiograma transtorácico com Doppler.
gasometria arterial.
teste de esforço cardiopulmonar com medida do consumo máximo de oxigênio.
teste de função pulmonar (espirometria).
tomografia computadorizada de cortes finos de tórax.