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Uma escola técnica realiza reforma parcial durante o período letivo. Em determinado dia, há odor de gás próximo à cozinha pedagógica, ruído de obra em andamento, circulação de trabalhadores terceirizados em corredor de acesso às salas e bloqueio temporário de uma das rotas de saída do bloco. A direção decide suspender aulas no setor afetado e aguardar que a contratada identifique e informe a origem do odor antes de tomar qualquer outra providência. O professor de Segurança propõe acionar o plano de crise imediatamente. Considerando gestão de emergências, a decisão correta é:
Isolar a área afetada, eliminar ou controlar fontes de ignição, acionar responsáveis técnicos e serviços de emergência quando indicado e preservar rotas seguras para toda a comunidade escolar.
Evacuar toda a escola imediatamente, pois odor de gás em ambiente com obra em andamento caracteriza risco de explosão que não admite avaliação local antes da evacuação total.
Comunicar o odor ao corpo de bombeiros e aguardar orientação antes de qualquer ação interna, pois intervenção sem protocolo técnico externo pode agravar a situação em ambiente com instalações antigas.
Suspender as atividades no setor afetado e aguardar a avaliação da contratada, pois a empresa executora detém conhecimento técnico sobre a intervenção em curso e é responsável pela identificação da origem.
Manter aulas nos setores distantes do odor e aguardar a medição ambiental, pois a confirmação técnica do nível de concentração evita pânico desnecessário e protege a decisão administrativa.