A proposta de qualidade de vida no trabalho, defendida pela
Organização Internacional do Trabalho (OIT) a partir de 1976,
procura articular duas tendências, sendo que uma dirige-se
à melhoria geral de vida como uma aspiração básica para a
humanidade hoje e que não pode sofrer solução de continuidade
na porta da fábrica, enquanto que a outra
A
assume como ideais, nas relações de trabalho, o
gerenciamento participativo e a democracia industrial.
B
busca enfrentar, de modo globalizante, as questões
ligadas à produtividade e à qualidade total.
C
diz respeito a uma maior participação dos trabalhadores
nas decisões que se referem à sua vida profissional.
D
enfatiza os aspectos de reação individual do trabalhador
às experiências de trabalho.
E
prioriza os aspectos de melhoria de condições e ambientes
de trabalho, visando a maior satisfação e produtividade.