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Para prevenção, avaliação e gerenciamento de riscos, são utilizadas técnicas de análise de riscos, que também são aplicadas aos riscos ocupacionais. Nesse contexto, analise a Figura 9 abaixo:

Figura 9
Fonte: Tavares (1996).
Assinale a alternativa que indica a técnica representada na Figura 9 acima.
Análise de Modos de Falha e Efeitos.
Análise Preliminar de Riscos.
Analise de Árvore de Falhas.
Teoria das Barreiras.
Matriz de Probabilidade.
Uma das ferramentas que podem ser utilizadas na análise de investigação de acidentes se trata de uma metodologia que busca, por meio da análise de falhas potenciais e propostas de ações de melhoria, evitar falhas antes que se produza uma peça ou produto, sendo imprescindível que se conheça e compreenda o sistema em que se está atuando, sua função, objetivos, as restrições e os limites que podem representar sucesso ou falha. Para quantificar a urgência da ação a ser tomada, são analisados os índices com números (NPR – Número de Prioridade de Risco), que consistem em Ocorrência (O), Severidade (S), Detecção (D). Essa ferramenta é conhecida como
APR.
FMEA/AMFE.
HAZOP.
What If.
Árvore de Falhas.
Em uma palestra ministrada por um Técnico em Segurança do Trabalho de uma prefeitura catarinense, foi dito que aprender sobre o que ocorre e o que pode ocorrer em um sistema produtivo é essencial para a prevenção de acidentes e que efetuar boas análises de eventos adversos possibilita compreender riscos, solucionar problemas e proteger pessoas. Uma investigação efetiva requer uma metodologia estruturada para a coleta, organização e análise das informações. A investigação de eventos adversos envolve quatro etapas. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona as etapas de uma investigação de eventos adversos a suas respectivas descrições:
Primeira coluna: etapa
1.Etapa I
2.Etapa II
3.Etapa III
4.Etapa IV
Segunda coluna: descrição
(__)Coleta de dados.
(__)Identificação de medidas de controle.
(__)Análise das informações.
(__)Plano de Ação.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
1 – 2 – 3 – 4.
4 – 1 – 2 – 3.
2 – 1 – 3 – 4.
4 – 2 – 1 – 3.
1 – 3 – 2 – 4.
Na investigação de acidentes, o método da Análise por Árvore de Falhas (FTA) é adequado para
explorar relações lógicas entre eventos contribuintes e evento topo.
reconstituir a cronologia das ações humanas antes do acidente.
identificar exclusivamente barreiras físicas inexistentes.
quantificar automaticamente todos os riscos ergonômicos.
substituir análises de causas imediatas.
Analise as afirmativas a seguir sobre a proposição da comunicação e saúde como um campo de saberes e práticas:
I. Permite novos olhares às práticas em saúde, reconhecendo os limites e as tensões existentes nas interações comunicativas.
II. Possibilita a construção e implantação de práticas inovadoras a partir de novas perspectivas teóricas e metodológicas.
III. Valoriza o diálogo, a participação e o respeito à diversidade cultural e social.
IV. Ignora as implicações políticas, econômicas e sociais dos modos de produção, circulação e apropriação de produtos e mensagens.
V. Reduz a comunicação a um modelo de transmissão de informações, sem considerar a apropriação de sentidos pelos receptores.
Está correto o que se afirma em:
I, II e IV, apenas.
III, IV e V, apenas.
II, IV e V, apenas.
I, III e V, apenas.
I, II e III, apenas.
Analise a Figura 5 abaixo, que ilustra a representação gráfica de um método utilizado para investigar acidentes de trabalho, reconstruindo a história do evento de forma retroativa a partir da lesão:

Como é denominado esse método?
Teoria das Barreiras.
Pirâmide dos Acidentes.
Árvore de Causas.
Diagrama de Ishikawa.
Ato Inseguro.
Sobre determinada metodologia de investigação de acidentes de trabalho, analise as características abaixo:
As características acima definem a metodologia:
Teoria das Barreiras.
Árvore de Causas.
Ato Inseguro.
Queijo Suíço.
Análise de Modos de Falhas e Efeitos.
É importante termos em mente que os modelos de análise de acidentes nos permitem obter ferramentas apropriadas para a análise de riscos. A transposição de dois momentos: "do depois" para "o antes" do acidente é o que interessa aos prevencionistas. Afinal, se já aprendemos com as lamentáveis tragédias, devemos obrigatoriamente nos antecipar aos acidentes, eliminando os riscos e perigos existentes nos diversos locais onde a humanidade convive. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona algumas técnicas de análise de riscos:
Primeira coluna: técnica de análise de riscos
1.Análise Preliminar de Risco – APR ou APP(de perigo)
2.Análise pela Árvore de Causas – AAC
3.Análise por Árvore de Falhas – AAF
4.Técnica do Incidente Crítico – TIC
Segunda coluna: descrição
(__)É uma metodologia indutiva estruturada para identificar os potenciais perigos decorrentes da instalação de novas unidades e sistemas ou da própria operação da planta que opera com materiais perigosos.
Trata-se de uma técnica de identificação de perigos e análise de riscos que consiste em identificar eventos perigosos, causas e consequências e estabelecer medidas de controle. Abrange os eventos perigosos cujas causas tenham origem na instalação analisada, englobando tanto as falhas de componentes ou sistemas, como eventuais erros operacionais ou de manutenção (falhas humanas).
(__)É uma técnica que busca a reconstrução do acidente a partir das lesões até os fatores mais remotos relacionados com sua origem, utilizando os conceitos de sistema. O acidente é o último termo de uma série de perturbações ou variações desses componentes, ocorridas durante o desenvolvimento de uma atividade da vítima ou de seus companheiros. O acidente é o final de uma série de antecedentes em determinado sistema.
(__)É uma técnica de identificação de perigos e análise de riscos que parte de um evento topo escolhido para estudo e estabelece combinações de falhas e condições que poderiam causar a ocorrência desse evento. A técnica é dedutiva e pode ser qualitativa e quantitativa. O objeto principal são os sistemas. Os focos dessa técnica são o evento topo e as sequências de eventos que o produzem.
(__)É uma técnica de identificação de perigos que consiste na identificação de quase-acidentes. Identifica também incidentes ou acidentes de pequena gravidade que não tenham sido relatados e diversos tipos de fatores de risco. O objeto principal são os sistemas e instalações na fase operacional. O foco são eventos, atitudes, comportamentos, condições de instalações e relações entre homens, instalações e equipamentos.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
1 – 2 – 3 – 4.
3 – 1 – 4 – 2.
2 – 4 – 1 – 3.
1 – 3 – 2 – 4.
4 – 3 – 2 – 1.
Na reforma de um edifício, uma equipe executaria simultaneamente serviços em altura, soldagem, movimentação de cargas por guindaste e intervenções em circuito elétrico desenergizado, mediante bloqueio e etiquetagem.
Antes do início das atividades, o Engenheiro de Segurança do Trabalho deveria selecionar uma técnica que permitisse identificar perigos, analisar as interações entre as tarefas e definir medidas de controle antes da execução dos serviços.
Nessa situação, a ferramenta mais adequada é
utilizar exclusivamente o mapa de riscos, por sintetizar graficamente todos os perigos existentes no ambiente de trabalho.
aplicar apenas uma árvore de falhas (FTA), por ser a técnica mais indicada para analisar atividades com múltiplos riscos simultâneos.
empregar somente uma matriz de probabilidade e severidade, dispensando a identificação sistemática dos perigos e das medidas de controle.
elaborar uma Análise Preliminar de Riscos (APR), contemplando os perigos de cada etapa da atividade e as respectivas medidas de prevenção.
realizar um estudo de perigos e operabilidade (HAZOP), independentemente da complexidade do processo, por ser obrigatório para qualquer atividade de manutenção.
É uma análise de risco que é uma técnica detalhada, qualitativa e quantitativa, aplicável a “eventos não desejados” de qualquer natureza, em sistemas complexos e que, a partir de um evento topo, determina-se todos os fatores contribuintes: falhas, erros e eventos.
Trata-se da análise
preliminar de perigos APP.
de árvore de falhas AAF.
da árvore de eventos AAE.
do modo de falhas e efeitos AMFE.
preliminar de riscos APR.
Análise Preliminar de Riscos (APR) é uma técnica de análise de riscos:
Aplicada para identificar possíveis riscos na fase de projetos, mas também útil na fase em que os sistemas já estão operacionais.
Quantitativa, cuja avaliação do risco é realizada por meio de medições e pelo emprego de dados numéricos e estatísticos.
Que deve ser realizada sob a responsabilidade dos empregados.
Que objetiva ações corretivas, após ocorrência de acidentes.
Com base no Guia de Análise de Acidentes de Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego (2010), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os fatores relacionados com a ocorrência de eventos adversos podem ser: imediatos, subjacentes e latentes.
( ) Barreiras são equipamentos, construções, ou regras que interrompem o desenvolvimento de um acidente ou reduzem suas consequências.
( ) São exemplos de barreiras funcionais: intertravamentos e bloqueios.
( ) Os métodos de análise de acidentes recomendados no guia são: análise de mudanças e análise de barreiras.
A ordem correta de preenchimentos dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V.
V – F – V – F.
V – V – F – F.
F – V – V – F.
F – F – F – V.
Durante a realização de uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET) em uma indústria metalúrgica, o engenheiro de segurança do trabalho identifica que os operadores apresentam queixas musculoesqueléticas relacionadas à repetitividade e postura. Para garantir uma análise precisa e propor medidas corretivas, o profissional deve adotar metodologias ergonômicas adequadas que permitam identificar as exigências físicas, cognitivas e organizacionais da atividade. Marque a alternativa que NÃO corresponde a uma etapa adequada das metodologias de análise ergonômica:
Basear a análise apenas em medições de ruído e vibração, sem considerar a variabilidade das tarefas.
Aplicar métodos observacionais e quantitativos, como OWAS, RULA e REBA, para avaliar posturas e esforços.
Considerar aspectos organizacionais e psicossociais, como ritmo de trabalho e autonomia do trabalhador.
Realizar entrevistas e observações diretas para compreender a diferença entre tarefa prescrita e real.
Em uma investigação de um acidente com queda de um trabalhador de altura em um canteiro de obras, o engenheiro de segurança do trabalho iniciou a aplicação do método da Árvore de Causas (MAC). Para garantir que a análise fosse precisa e útil, ele precisava conduzir corretamente a etapa de coleta e validação de informações antes de construir a árvore. Qual procedimento técnico representa a conduta adequada do engenheiro nessa etapa do método da Árvore de Causas?
Coletar informações de múltiplas fontes — como entrevistas, inspeções do local, registros de manutenção, relatórios de segurança e imagens — e validar sua consistência, buscando compreender o encadeamento dos fatos que levaram ao acidente.
Registrar apenas os depoimentos dos trabalhadores presentes, sem confrontar com documentos ou inspeções, pois a narrativa oral é suficiente para a investigação.
Basear a investigação exclusivamente nos relatórios da empresa, considerando-os infalíveis e dispensando a análise crítica de inconsistências ou lacunas nos dados.
Construir imediatamente a árvore de causas apenas com as hipóteses levantadas pela equipe de supervisão, sem necessidade de coleta detalhada de informações, para agilizar o processo investigativo.
O Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) de uma determinada empresa irá realizar um curso para os membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) e um dos conteúdos ministrados será sobre investigação e análise de acidentes de trabalho. Como metodologia, foi adotada a ferramenta que se baseia na técnica de identificação de perigos que consiste em identificar quase-acidentes, incidentes ou acidentes de pequena gravidade que não tenham sido relatados, assim como os diversos tipos de fatores de risco. O foco principal dessa técnica são os sistemas e instalações na fase operacional, avaliando os eventos, atitudes, comportamentos, condições de instalações e relações entre homens, instalações e equipamentos. De acordo com essa descrição, a ferramenta escolhida para a investigação e análise de acidentes foi:
Técnica do Incidente Crítico (TIC).
HAZOP (Hazard and Operability Study).
Análise por Árvore de Falhas (AAF).
Análise Preliminar de Risco (APR).
Análise pela Árvore de Causas (AAC).
Secretaria de Trabalho (STRAB), por meio da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), é o órgão responsável pela segurança e saúde no trabalho. Assinale a opção correta, quanto às competências desse órgão.
formular e propor as diretrizes, as normas de atuação e supervisionar as atividades da área de segurança no trânsito
promover a campanha nacional de prevenção de acidentes de trânsito (CANPAT)
promover a fiscalização do cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre Segurança e Saúde no Trabalho (SST) exclusivamente no estado de São Paulo
coordenar e fiscalizar o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)
executar e legislar sobre Política Nacional de Segurança e Meio Ambiente (PNSMA)
As metodologias de investigação de acidentes de trabalho são essenciais para compreender as causas dos acidentes e propor ações eficazes visando à prevenção. Elas consistem em técnicas e procedimentos sistemáticos utilizados para analisar os fatores que favoreceram a ocorrência de um acidente no ambiente de trabalho. Sobre essas metodologias, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada uma à sua respectiva definição.
Coluna 1
1. “5 Porquês”.
2. Diagrama de Ishikawa.
3. Árvore de causas.
4. TASC.
Coluna 2
( ) Metodologia baseada na Teoria de Sistemas, em que o acidente ou incidente é considerado como um sinal de “disfunção do sistema”. Apoia-se em relato detalhado e objetivo dos fatos envolvidos na ocorrência a partir do resultado, identificando retroativamente tais fatos, chamados “fatores antecedentes”.
( ) Método disciplinado, fundamentado em um encadeamento de perguntas a respeito das circunstâncias que levaram ao acidente ou incidente. Uma coleção de possibilidades é definida previamente e a sua implicação no evento leva o avaliador a concluir sobre a causa fundamental.
( ) Tem o objetivo de identificar prováveis causas do problema partindo das possíveis causas intrínsecas às variáveis do problema. Para facilitar a identificação, essas variáveis são classificadas em “6 Ms” (máquina, método, mão de obra, material, medição e meio ambiente).
( ) Método utilizado para rever os sintomas e entender algum fenômeno já ocorrido chegando à verdadeira causa central de um problema. Esse método preconiza questionar-se algumas vezes e a causa é procurada de maneira profunda, de modo que é possível concluir que a causa básica do problema foi encontrada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
3 – 4 – 2 – 1.
2 – 3 – 1 – 4.
3 – 2 – 4 – 1.
4 – 2 – 1 – 3.
4 – 3 – 2 – 1.
O tipo de análise de risco que objetiva encontrar as causas do acidente, utilizando um diagrama lógico com seis unidades básicas, partindo do evento topo para rastrear todos os fatores importantes e ramificação e leva em consideração as causas e as prevenções, denomina-se análise de árvore de
eventos acidentais.
falhas.
eventos.
erros.
ramos de falhas.
A Análise Ergonômica do Trabalho (AET) é dividida em três fases: análise da demanda, análise da tarefa e análise da atividade. Os levantamentos de dados nessas três fases permitirão elaborar um diagnóstico da situação de trabalho e as recomendações. Relacione as fases, apresentadas na coluna I, com seus respectivos objetivos, apresentados na coluna II.
Coluna I
1. Análise da Demanda
2. Análise da Tarefa
3. Análise da Atividade
Coluna II
( ) Definir os problemas a serem resolvidos.
( ) Estudar as condições de trabalho nas quais o trabalhador exerce suas atividades.
( ) Estudar o comportamento humano no ambiente de trabalho.
A sequência que relaciona CORRETAMENTE as colunas I e II, de cima para baixo, é
1, 2, 3.
3, 2, 1.
1, 3, 2.
2, 3, 1.
2, 1, 3.
Apesar de ser uma técnica profunda de análise de riscos, a APR, cujo objetivo principal é determinar os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional, geralmente precede a aplicação de outras técnicas mais detalhadas de análise, como o HAZOP, por exemplo.
Certo
Errado