No que diz respeito ao trabalho do Serviço Social na Defensoria
Pública, Barros (2014) analisa que a complexidade das demandas
apresenta o desafio “(...) de compreender a urgência de abordar
as violações de direitos para além de uma tradução que se
resolva apenas com uma decisão judicial, e fundamentalmente,
em conjunto com defensores públicos [consolidar] uma defesa
estratégica de direitos.”
Essa defesa estratégica é compreendida como o(a):
A
enfrentamento das práticas conservadoras de culpabilização
dos pobres, produzindo mudanças no cotidiano dessa
população;
B
análise da inoperância das reformas preventivas, reafirmando
a defesa intransigente dos direitos humanos;
C
debate dialético das violações provocadas pela lógica do
capitalismo contemporâneo;
D
captura da dimensão coletiva das demandas individuais,
convertendo-as em ações de fortalecimento de direitos;
E
capacitação de técnicos judiciários para o atendimento inicial
dos usuários, triando suas demandas.