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A concepção de Estado, que incorpora as demandas das classes subalternas, apresentada por Correia (Bravo et al., 2007) abre a possibilidade de o Estado ser controlado por essas classes diante da correlação de forças existentes entre os segmentos sociais organizados na sociedade civil. A partir desta concepção, entende-se que o controle social poderá acontecer
na perspectiva dos conselhos, pois estes são capazes de absorver demandas sociais cada vez mais abrangentes e requerem novos condutos de expressão e reconhecimento das classes subalternas.
a partir do reconhecimento e da visibilidade do processo de consolidação da politica social como campo de afirmação e ampliação dos direitos sociais inscritos na agenda estatal no plano da responsabilidade pública.
por meio do fazer político enquanto espaço contraditório, como uma nova modalidade de participação na construção de uma cultura alicerçada nos pilares da democracia participativa e na possibilidade de construção da democracia de massas.
via políticas públicas, na perspectiva das classes subalternas, visando à atuação de setores organizados na sociedade civil que as representam na gestão das políticas públicas no sentido de controlá-las para que atendam às demandas e aos interesses dessas classes.