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A família, sob a ótica do pluralismo de bem estar social, vem sendo considerada pelos mentores das políticas contemporâneas, como um dos recursos privilegiados na provisão do cuidado e da proteção, contudo, ressalta-se um caráter contraditório, que deve ser considerado como relevante nesta definição:
É considerada forte por ser um lócus privilegiado de solidariedade, socialização e na transmissão de ensinamentos e fraca pois está sujeita a despotismos, rupturas e violência, dentro da lógica capitalista vigente.
Baseia-se no sistema de proteção social liberal, que se limita a uma concepção socialdemocrata, a perceber a família como lócus secundário e discricionário das políticas públicas.
É considerada como uma instituição social isolada, que não sofre influências do modelo de Estado liberal capitalista.
Tem como pilar a ótica neotomista que tem como base uma concepção de família descolada das formas de organização da sociedade.
O escopo de família contemporânea, com seu novo status e configurações e rearranjos familiares, não está sujeita a oscilações, nem a destinação de recursos públicos.