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Vivemos atualmente uma crise capitalista que trouxe grandes transformações no mundo do trabalho. Trata-se portanto, de uma aguda destrutividade, que no fundo é a expressão mais profunda da crise estrutural que assola a (des)socialização contemporânea. Assim, é CORRETO afirmar que essa destrutividade envolve:
destruição dos nichos ecológicos; perda significativa dos direitos trabalhistas; enrijecimento da força humana com vistas ao empoderamento da força de trabalho; avanço significativo de perspectivas constitutivas e legais.
o aumento da força humana em detrimento da força de trabalho; uma relação harmônica entre o homem e a natureza; uma análise coletiva dos direitos sociais; um espantoso aumento de força de trabalho qualificada.
destruição da força humana que trabalha; perda de direitos sociais; brutalização de enormes contingentes de homens e mulheres que vivem do trabalho; predatória relação produção/natureza (sociedade do descartável).
forte retração do projeto econômico, social e político neoliberal; produção variada e homogênea; classe trabalhadora fortalecida; relação desiquilibrada entre homem e natureza.