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Nas descrições de Teixeira (2010 e 2013), refletindo sobre famílias; a incorporação da família como referência na política social brasileira reavivou o debate em torno do trabalho com famílias, (relegado a segundo plano no âmbito do Serviço Social brasileiro). A secundarização desses temas se deve:
ao conservadorismo que marcou essas temáticas somente antes da Reconceituação.
à concepção de família orientada eminentemente e permanentemente pelo conservadorismo católico.
ao histórico e permanente viés orientador do trabalho do assistente social guiado por matizes psicologizante e moralizadores centrado no indivíduo e na família.
à visão da permanente intervenção social como temporária, depois de esgotada as possibilidades e recursos da própria família.
às exigências teórico-metodológicas impostas para a consolidação da profissão nos marcos da teoria social crítica.