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Sobre pobreza e desigualdade social no Brasil, é correto afirmar:
A renda se configura como elemento exclusivo para identificação da pobreza, para o acesso a bens, recursos e serviços sociais.
O pobre é o usuário das políticas publicas e neste contexto sempre é percebido como “indivíduo necessitado” e como pessoa autônoma e participativa, um cidadão ativo.
É fundamental ressaltar que pobreza é uma categoria multidimensional, e, portanto, não se expressa apenas pela carência de bens materiais, mas é categoria política que se que manifesta pela carência de direitos, de oportunidades, de informações e de possibilidades.
Os assistentes sociais são capazes de explicar as lógicas que produzem a pobreza e a desigualdade, não constitutivas do capitalismo, bem como de elaborar respostas profissionais qualificadas do ponto de vista teórico, político, ético e técnico.
No Brasil são evidentes as características socialistas da política social, tendo como característica central da política social brasileira sua direção pontual e voltada aos mais pobres, não capazes de competir no mercado e trabalho.