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No contexto da Violência Doméstica, a vítima costuma enfrentar a chamada “rota crítica”, que é um caminho que ela percorre buscando o atendimento do Estado, buscando auxílio para arcar com suas dificuldades estruturais, tais como o transporte, e por muitas vezes vivenciando a revitimização por conta da necessidade de repetir o relato da violência sofrida reiteradas vezes e, ainda, enfrentando com frequência a violência institucional.
Sobre esta rota, é correto afirmar:
Cada mulher tem seu tempo de adentrar a rota crítica e tempos diferentes de recorrer a formas de apoio.
A rota crítica é um processo linear que implica fatores externos que são inibidores da exposição da violência doméstica.
A rota crítica de saída de uma violência doméstica demanda exclusivamente o apoio do Estado para encontrar a solução dos problemas.
A rota crítica se inicia quando a vítima se mantém em silêncio sobre o que está sofrendo, aguardando a denúncia de alguém da família.
O início da rota crítica demanda compreender os fatores inibidores externos necessários para acessar a dimensão subjetiva da vítima.