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O CFESS, ao afirmar o compromisso da categoria na defesa dos direitos humanos e enfrentamento ao preconceito, lança os cadernos “Assistente Social no combate ao preconceito”. O oitavo caderno aborda a temática: “Discriminação contra a população usuária da saúde mental”.
Com base nessa informação, assinale a alternativa correta de acordo com as orientações apresentadas pelo CFESS no caderno mencionado anteriormente.
Para combater o preconceito contra a população usuária da saúde mental, é importante o fortalecimento do saber e poder médico, da internação, do hospital psiquiátrico, da patologização e da medicalização.
A forma como se denomina a população usuária da saúde mental corrobora com a propagação do preconceito que atinge esse público. Assim, recomenda‑se o uso dos termos doença mental ou transtorno mental, que estão isentos de estigmas e estereótipos societários.
Para combater o preconceito contra a população usuária da saúde mental, é importante reconhecer que o centro da intervenção é o sujeito e suas experiências, e não meramente a doença.
Pilares da defesa dos direitos da população usuária da saúde mental e da luta contra o preconceito direcionado a esse público, a Reforma Psiquiátrica e a Luta Antimanicomial são movimentos idênticos, que se fundamentam na desospitalização, na centralidade da família para oferta do cuidado e na medicalização em casa.
Para combater o preconceito contra a população usuária da saúde mental, é fundamental que o assistente social conheça a concepção de saúde mental defendida pelos dois projetos vigentes em disputa no cenário nacional: o primeiro, a proposta de Reforma Psiquiátrica, pautada na Luta Antimanicomial; e o segundo, a proposta de manutenção da perspectiva manicomial tradicional, com ênfase na retomada do tratamento domiciliar e dos eletrochoques.