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De acordo com Alencar (2013), “a inserção subalterna e passiva do país no processo de reestruturação econômica mundial, ainda que travestida por ‘ares de modernidade’, deixou como legado o agravamento da questão social, visível no aumento do desemprego e no processo de precarização do trabalho assalariado”.
Nessa conjuntura, o Estado brasileiro empreende uma nova forma de intervenção sobre a questão social, caracterizada pelo(a):
crítica ao desenvolvimentismo, que privilegia as atividades produtivas e comerciais;
proteção ao poder organizativo dos trabalhadores, partícipes da homogeneização da estrutura ocupacional;
direito ao trabalho, pois ele garante a autonomia nas esferas da produção e reprodução social;
redução da ação estatal no âmbito do bem-estar social, canalizando os gastos para os grupos carentes;
gerenciamento da política social universal, protegendo os segmentos mais vulneráveis economicamente.