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Sabe-se que é histórica a inserção profissional na esfera pública estatal brasileira e que, na atualidade – devido às transformações societárias pautadas nas políticas neoliberais – ocorrem diversas mudanças nas instituições e nos processos de trabalho. Acerca de tal temática na contemporaneidade, é correto afirmar que:
Nas instituições públicas estatais, os processos de trabalho coletivos são organizados a partir da função política, ideológica e econômica do Estado em relação aos processos de distribuição do valor materializado na forma de serviços sociais como expressão dos direitos sociais.
A partir de 1960, a nova estrutura de organização do Estado brasileiro previu diferentes setores e uma atuação estatal independente, sem contar com outras organizações públicas não-estatais e privadas.
A tendência de inscrição do trabalho do assistente social na esfera pública estatal mediante a realização de concursos públicos tem se fortalecido, a partir da ampliação do Estado social no neoliberalismo.
Na década de 1930, as mudanças advindas do esgotamento do padrão keynesianista-fordista provocaram um reordenamento restrito à esfera econômica, não afetando o modelo de proteção social do Estado de Bem-Estar.
No marco de uma nova concepção do papel do Estado na esfera da reprodução social tem-se novos dispositivos legais e jurídicos, em que o Assistente Social atua em meio à nova questão social por meio de um processo de trabalho único, singular e exclusivo.