

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Cisne & Santos (2018) exemplificam formas da reprodução do heteropatriarcado no cotidiano profissional: “Para ter acesso ao Bolsa Família, a criança tem de estar na escola, com as vacinas em dia etc. De quem é essa responsabilidade? Geralmente, quando não se cumprem | essas condicionalidades, as mulheres são moralmente julgadas como mães irresponsáveis. Se uma criança está em situação de rua, ouvimos comumente: “essa criança não tem mãe?” Por que não se indaga pelo pai? Por que não se indaga pela responsabilidade do Estado? Da mesma forma, ouvimos com frequência questionamentos às expressões da diversidade sexual e familiar. Na conjuntura, os ataques aos direitos LGBT, comumente, vêm acompanhados do argumento de “defesa da família tradicional”. Qual família, a que acomete violência contra mulher, idosos, crianças e LGBT?” (p.192/3). Nesse sentido, as autoras indicam a necessidade de
desnaturalizar o papel historicamente atribuído às mulheres e desideologizar o modelo tradicional e heteropatriarcal de família.
questionar o papel historicamente atribuído às crianças e desideologizar a natureza inocente da infância.
ratificar o papel historicamente atribuído às mulheres e consolidar o padrão socialmente referenciado da família brasileira.
compreender o papel historicamente atribuído às mulheres e reafirmar a predominância do heteropatriarcado na sociedade.
desmistificar o papel historicamente atribuído aos pais e garantir a conformação familiar da mulher na garantia de suas responsabilidades.