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Moraes & Tega (2021), ao retratarem o avanço dos movimentos feministas para incluir o aborto na agenda política brasileira, ressaltam: “Considerando que mulheres negras têm risco de morte 2,5 vezes maior do que mulheres brancas, as feministas negras apontam em suas bandeiras que o aborto tem cor e denunciam o racismo institucional e seus reflexos sobre os direitos reprodutivos” (p.148). Dessa forma, elencam a necessidade de uma plataforma de luta empenhada na
expansão das disparidades étnico-raciais e de gênero nas políticas públicas.
ampliação de assistência privada antirracista para o abortamento seguro.
reprodução de ações pontuais para reduzir a desigualdade de acesso.
normatização de protocolos de saúde da mulher negra para combater o aborto.
regulamentação de políticas públicas antirracistas para o abortamento seguro.