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Sobre o tema Serviço Social na América Latina, leia o trecho a seguir:
[...] No que se refere à montagem de aparatos próprios, a partir de 1932, a Igreja voltou a ela imprimindo maior vigor ao seu trabalho organizativo. Tendo como base instâncias já existentes – como o Centro Dom Vital, de grande influência nesse período, e a confederação Católica –, ela promoveu a formação da Ação Universitária Católica, do Instituto de Estudos Superiores, da Associação de Bibliotecas Católicas, de círculos operários da Confederação Nacional de Operários, da Liga Eleitoral Católica e da ação Católica, esta em 1935. Conforme Castro (2010), da incrementação desse processo faz parte o Curso Intensivo de Formação de Jovens, para o qual foi convidada Adéle Louneux, da Escola de Serviço Social de Bruxelas, que contou com jovens da associação católica e da ação social.
(CASTRO, Manuel Manrique. História do Serviço Social na América Latina. São Paulo: Cortez, 2010.)
Desse evento, concordante com Iamamoto, surge:
Casa de Referência em Ação Social do Alto da Boa Vista, organizada por Irmãs de Caridade que formaram a 1ª Turma de Serviço Social do Brasil em 1933, no estado de Minas Gerais.
Centro de Estudos e Ação Social de São Paulo (CEAS), considerado como manifestação original do Serviço Social no Brasil; surge com o incentivo e sob o controle da hierarquia católica.
1º Seminário Nacional de Ações Sociais Católica, em 1938, promovido pela Associação Brasileira de Escolas de Serviço Social (ABESS) em conjunto com países da América Latina, sendo eles: Paraguai, Guatemala e Cuba.
1ª Lei de Regulamentação da Profissão no Brasil, que definiu com maior precisão as atribuições profissionais das assistentes sociais no país, contribuindo para posicionar o Serviço Social Brasileiro na Assistência Social. A promulgação da Lei ocorreu no governo de Jânio Quadros.