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Refletindo sobre o trabalho do assistente social com crianças e adolescentes, Terra e Azevedo (2018) concluem que essa parcela da sociedade, em sua esmagadora maioria, “vive em condições precárias, fora da escola, exposta a mortes violentas e que alimenta expectativas limitadas em relação à sua vida futura”.
As autoras em tela elencam como um dos aspectos desse trabalho o(a):
dificuldade em restabelecer os vínculos com as famílias dos usuários devido à ausência de acolhimento;
manifestação profissional sobre a responsabilidade de crianças e adolescentes por meio de uma demanda particularizada;
garantia de acesso aos direitos sociais referentes à criança e adolescente prescritos em Lei;
contribuição para a subalternização profissional por ser considerado um serviço auxiliar;
consolidação da criminalização da pobreza pelos agentes do judiciário.